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O Brasil precisa celebrar sua Data Nacional, o 7 de Setembro, como muitos outros países o fazem: valorizando nossa forma única de ser no mundo – nem melhor nem pior que a dos povos de todas as outras nações.

É dando um novo conteúdo ao patriotismo.

Defender a Pátria, hoje, é torná-la sempre mais democrática e justa.

Ter orgulho de ser brasileiro é crescer, sempre e mais, como cidadão ativo, mais altruísta do que egoísta, mais voltado para cooperação do que para a competição, mais criativo do que apenas “eficiente”, vivendo mais na simplicidade do que na sofisticação, pensando no mundo inteiro.

A grandeza de um país não depende da extensão de seu território, mas do caráter de seu povo. Daqui a dois anos celebraremos o bicentenário da nossa independência. Desde já, cabe indagar se nos tornamos de fato independentes em 1822.

Passados quase 200 anos, o que importa saber é como o brasileiro encara este acontecimento, afinal, este é o momento de refletir se estamos ou não vivendo uma realidade marcada pelo individualismo, pela insensibilidade desumana e desumanizante geradora de uma profunda desigualdade no País.

A vida depende das nossas escolhas, quando escolhemos quem nos representa na república, pensamos por acaso que o Brasil tem que ter um propósito e que nossas inegáveis riquezas estão mais bem distribuídas?

Este é o desafio presente no 7 de setembro, para que nos próximos dois anos, seja apontada pelo governo um caminho para que nossa economia apresente dinamismo próprio e que o saber deixe de ser importado.

Negacionismo, ódio, desconhecer a ciência, acreditar em mito e em culto à personalidade não vai tornar este País uma grande nação. E finalmente lembrar Roosevelt que dizia: “patriotismo significa apoiar o País. Não significa apoiar o Presidente”.

Pense nisso!

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