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Sebastião, pai de Regis Cavalcante

Estamos vivendo um período turbulento, momento e situação que desencadeiam medo, impotência, paralisia e falta de lucidez que nos impedem de reconhecer que é preciso ter força, capacidade e clareza para entender os males que nos afligem e ameaçam.

Neste domingo, dia dos pais, fico a imaginar quantos dessas 100 mil pessoas mortas pela covid-19, eram pais, que deixaram seus filhos em um País onde os governantes relegam a Constituição que reza que saúde é um direito de todos e que os governantes têm a obrigação de proporcionar aos cidadãos esse direito.

Neste domingo de saudades, neste domingo, onde deveríamos está comemorando sonhos, amores, pais, histórias, estamos lamentando tragédias evitáveis. Como orfandade não tem idade, lembro aqui meu Velho, Sebastião, que está em outro plano, serve imensamente, para afirmar que os bons exemplos dos pais são as melhores lições e a melhor herança para os filhos.

Pense Nisso!

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